Warm-up activity: Do you speak English?


1. Leia o texto abaixo adaptado deste blog e veja a quantidade de palavras da língua inglesa que usamos na área da informática. Circule as palavras que estão em inglês:

O inglês e a informática


A chegada do computador no Brasil, bem como o advento da internet trouxeram de brinde uma lista de palavras que de tanto usarmos não nos damos conta de que elas foram emprestadas da língua inglesa. Assim quando decidimos comprar um PC (Personal Computer), temos que escolher entre um desktop e um laptop (também conhecido como notebook). O hardware é constituído de vários outros elementos, tais como a CPU (Central Processing Unit), mouse, etc. Não podemos esquecer que sem um software o PC não funciona e caso ele não tenha um no-break, você pode ficar na mão na hora de um blackout. Outro elemento de segurança indispensável é um bom antivírus, um firewall, etc. Se seu computador fizer parte de uma LAN (Local Area Network), é bom fazer um backup (cópia de segurança), pois um usuário mal informado pode deletar (do verbo inglês delete) seus arquivos ao fazer downloads de arquivos suspeitos criados por hackers ou crackers. Vale lembrar de que se você não tem condições de comprar um PC novo, você pode fazer o upgrade da sua máquina antiga. Bem agora tenho que ler meus e-mails e fazer uploads de fotos e vídeos no meu facebook.

2. Agora, escreva abaixo as palavras, em inglês, que você já usa no seu cotidiano.

a) Informática/ internet / vídeo games: Exemplo: mouse

b) Supermercado: Exemplo: cream cheese

c) Lanchonete: Exemplo: milk shake

d) Esportes: Exemplo: baseball

e) Carros: Exemplo: step





Present Perfect

O Present Perfect Tense tem pelo menos dois usos. O primeiro para expressar uma ação que aconteceu num passado não definido, isto é, não sabemos quando aconteceu. Geralmente existe uma relação do passado com o presente neste tempo. Ele é formado pelo auxiliar HAVE/ HAS + PAST PARTICIPLE (do verbo principal). Observe os exemplos:

PRESENT PERFECT > I have been to the USA (that's why I speak English well.)(tempo indefinido/ possível relação com o presente)

                                        Eu estive nos EUA ( por isso eu falo inglês bem).

PAST TENSE >              I was in the USA (last year). (tempo definido - pode ou não ser mencionado)

                                        Eu estive nos EUA (ano passado).

O segundo uso expressa a duração de tempo de uma ação. Neste caso usamos a preposição FOR.

Robert has been smoking for ten year.

(Robert tem fumado durante dez anos.)

Também pode expressar uma ação que começou no passado e continua até o presente momento. Neste caso usamos a palavra SINCE.

The Durlings have lived here since 2001.

(Os Durlings moram aqui desde 2001.)

P.S.: O Present Perfect Tense também pode ser usado com outras palavras de acordo com o que desejamos expressar.

ALREADY (já)

I have already finished my project.

(Eu já terminei meu projeto.)

RECENTLY (recentemente)

We haven't seen John recently.

(Eu já terminei meu projeto.)

JUST (ação que acabou de acontecer.)

Deborah has just arrived from São Paulo.

(Deborah acabou de chegar de São Paulo.)

YET (AINDA em frases negativas)

Our dog has not been vaccinated yet.

(Nosso cão ainda não foi vacinado.)

EVER (ALGUMA VEZ em frases interrogativas)

Have you ever eaten paella?

(Você comeu paella alguma vez?)

NEVER (NUNCA em frases afirmativas, mas com sentido negativo)

François has never been to Japan.

(François nunca esteve no Japão.)

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Causative Form

A causative  form é uma construção passiva que expressa uma ação que alguém faz a nosso pedido ou a nosso favor. É preciso ficar claro que não somos nós que praticamos a ação. Esta estrutura é formada por HAVE / GET + OBJECT + PAST PARTICIPLE (do verbo principal). Observe os exemplos:

I go to the lab and I have my blood sample collected. (SOMEONE COLLECTED MY BLOOD.)

(Eu vou ao laboratório e tenho amostra do meu sangue coletado.)

Mike got his arm broken fighting jiu-jitsu. (SOMEONE BROKE MIKE'S ARM.)

(Mike teve seu braço quebrado lutando jiu-jitsu.)

O que são Conditional Sentences? Parte 3

Type 3: Esse período composto, também é chamado de Third Conditional ou Past Conditional. Aqui as orações fazem referência à eventos passados e como coisas que aconteceram ou não aconteceram podem ter afetado outros eventos. Quanto a sua formação: o verbo da IF CLAUSE (oração subordinada condicional) fica no Past Perfect, ao passo que a MAIN CLAUSE (oração principal) é formada com would + have + past participle. Essas orações expressam a dependência entre uma condição e um resultado.

IF CLAUSE                            MAIN CLAUSE

PAST PERFECT TENSE        WOULD + HAVE + PAST PARTICIPLE

If Daniel hadn't wasted time, he wouldn't have missed the bus.

CONDIÇÃO                            RESULTADO

(Se Daniel não tive perdido tempo, ele não teria perdido o ônibus.)


P.S.: É importante mencionar que geralmente usamos essas orações para expressar arrependimento.

If Sandra had adopted healthy eating habits, she wouldn't have had cancer.

(Se Sandra tivesse adotado hábitos alimentares saudáveis, ela não teria tido câncer.)

I wouldn't have left my job if I had  stayed in town.

(Eu não teria deixado meu emprego se estivesse ficado na cidade.)

Também usamos essas orações para dar desculpas.

If I hadn't missed the subway, I wouldn't have been late for the meeting, 

(Se eu não tivesse perdido o metrô, não teria me atrasado para a reunião.)

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O que são Conditional Sentences? Parte 2

Type 2: Esses períodos compostos, também são chamados de Second, Hypothetical ou Unreal Conditional. Essas orações fazem referência à algo impossível. Quanto a sua formação, o verbo da IF CLAUSE (oração subordinada condicional) figura no Past Tense (Tempo Passado), ao passo que o verbo da MAIN CLAUSE (oração principal) figura no Futuro do Pretérito com would. Essas orações expressam a dependência entre uma condição e um resultado.

IF CLAUSE               MAIN CLAUSE

PAST TENSE             WOULD

If I played soccer,       I would play for a famous team.

CONDIÇÃO              RESULTADO


(Se eu jogasse futebol, jogaria para um time famoso.)

P.S.: Nas orações com o verbo TO BE orações usamos were no lugar de was. Exemplo:

If I were at home, I'd help you.

(Se eu estivesse em casa, ajudaria você.)

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O que são Conditional Sentences? Parte 1

Type 1: Esses períodos compostos, também são chamados de First Conditional ou Future Conditional. Essas orações fazem referência à uma consequência futura, estabelecida por uma condição presente. Quanto a sua formação: o verbo da IF CLAUSE (oração subordinada condicional) figura no Present Tense (Tempo Presente), ao passo que o verbo da MAIN CLAUSE (oração principal) figura no futuro. Essas orações expressam a dependência entre uma condição e um resultado.

IF CLAUSE               MAIN CLAUSE

PRESENT TENSE     FUTURE TENSE

If you study hard, you will pass the exam.

CONDIÇÃO               RESULTADO

(Se você estudar muito, você passará.)

P.S.: É importante mencionar que as orações podem ser invertidas. Neste caso, a vírgula não é necessária. Observe o exemplo abaixo:

MAIN CLAUSE         IF CLAUSE

FUTURE TENSE        PRESENT TENSE

You will pass the exam if you study hard.

RESULTADO              CONDIÇÃO

(Você passará se você estudar muito.)

Essas orações podem ocorrer com o modo IMPERATIVO. Observe o exemplo:

IF CLAUSE                          MAIN CLAUSE

PRESENT TENSE                 IMPERATIVE

If you go to the supermarket, bring some bread.

CONDIÇÃO                           RESULTADO

(Se for ao supermercado, traga pão.)


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Como pronunciar LIVE and LEAVE?

A pronúncia dessas palavras confunde muito quem está aprendendo inglês. Espero ajudá-los com este post. Um grande abraço!

LIVE /laiv/   > ao vivo
Exemplo: Facebook live is changing the world.

LIVE /lêv/    > verbo viver.
Exemplo: Live your life to the fullest.

LEAVE /li:v/ > verbo partir, deixar, abandonar, esquecer (algo) em algum lugar.
Exemplo: Don't leave me!

P.S.: A transcrição fonética adotada aqui visa facilitar o entendimento do usuário do blog. Considerando que nem todos dominam o IPA (International Phonetic Alphabet).

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Como se diz "pé de meia" em inglês?

Pé de meia > nest egg

Exemplo: Susan had a nest egg big enough to retire early.

(Susan tinha um pé de meia grande o suficiente para se aposentar cedo.)

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False friends

Muitas palavras que compõem o léxico da língua inglesa são de origem grega ou latina, 20 a 30% para ser mais preciso. Essas palavras são cognatas, logo elas podem ser iguais (transparentes), muito parecidas ou parecidas com palavras do Português. Esses vocábulos são mais comuns em textos formais. Porém há um número considerável de falsos cognatos (false friends), isto é, parecem com palavras da língua portuguesa, mas possuem um significado completamente diferente. Eis aqui alguns exemplos:

actually (adv.) >  significa na verdade, e não atualmente
commodity (s.) > significa mercadoria, e não comodidade
costume (s.) > significa fantasia, e não costume
educated (adj.) > significa instruído, e não educado
library (s.) > significa biblioteca, e não livraria
parents (s.) >significa pais, e não parentes
pretend (v.) >significa fingir, e não pretender
policy (s.) >significa política, e não polícia
push (v.) >significa empurrar, e não puxar

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Workaholic, shopaholic, chocaholic. De donde vem isso afinal?

De acordo com o dicionário online Merriam-Webster, workaholic é uma gíria em inglês que significa alguém que escolhe trabalhar muito; que está sempre trabalhando ou pensando no trabalho. A palavra faz analogia à palavra alcoholic (alcoólico; alcoólatra) e gerou o sufixo -aholic, presente nas palavras shopaholic (viciado em compras), chocaholic (viciado em chocolate), etc. Recentemente, uma marca famosa de sandálias usou em sua campanha publicitária a palavra lifeaholic, isto é, um neologismo para designar uma pessoa viciada na vida, não no sentido pejorativo da palavra, mas sim, um apaixonado pela vida. Bem com esse post, eu me despeço de 2015. A big hug for you all!

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Competências Comunicativas: Estratégica

Em seu livro, Teaching and Learning in the Language Classroom, publicado pela Oxford, Tricia Hedge cita Canale e Swain (1980:25) para definir a Competência Estratégica como aquela que mostra como lidar como uma situação comunicativa e como manter o canal comunicativo aberto.  Para ela, essa competência consiste em usar as estratégias comunicativas. Essas são ativadas pelo usuário da língua quando ele não consegue expressar o que deseja na língua em questão, ou seja, é uma maneira dele compensar sua falta de conhecimento do idioma.  Na fala, o uso de repetição e do gesto são exemplos de estratégias que o falante usa. Na compreensão auditiva, ele pode prestar atenção no contexto e no barulho de fundo. Já na compreensão escrita, há muitas, mas vou citar apenas algumas: a previsão, os cognatos, skimming, scanning, a tipografia, as palavras chaves e a inferência contextual.


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Competências Comunicativas: Discursiva

Tricia Hedge, em Teaching and Learning in the Language Classroom, afirma que a Competência Discursiva é aquela em que o usuário da língua faz uso de várias habilidades necessárias para que haja coerência nos textos escritos ou falados, assim como o entendimento dos mesmos. Dessa forma, essa competência está relacionada com a habilidade de dar sentido ao que é dito e escrito, além da resposta que é dada de forma coerente. Assim, a coerência ocorre através do uso apropriado de pronomes e marcadores discursivos.  Nesse sentido, os pronomes pessoais podem ser usados para evitar a repetição do sujeito ou objeto na frase. Ao passo que os conectivos são usados para ligar orações e ideias, mostrando a relação entre elas. Esses elementos de ligação geralmente são conjunções que ajudam na coesão textual e podem transmitir a ideia de: adição, contraste, tempo, sequência cronológica, condição, exemplificação, comparação, propósito, causa/consequência, conclusão e ênfase.


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Competências Comunicativas: Pragmática

Segundo Tricia Hedge, em seu livro Teaching and Learning in the Language Classroom - publicado pela editora Oxford - a Competência Pragmática, também conhecida como Sociolinguística, envolve duas habilidades. Em parte significa saber como usar a língua a fim de atingir certos objetivos e intenções comunicativas. Exemplo: “It’s so hot today”. Pode ser apenas uma frase sobre o clima, um pedido para abrir a janela ou insinuar uma oferta para um drink. Essa competência dá ênfase ao contexto de uso (functional approach) ao invés de dar ênfase à estrutura da frase (structural approach). Outro elemento dessa competência é saber como executar uma dada função ou expressar uma intenção de forma clara. Contudo, é importante que a mensagem seja apropriada ao contexto social. Nesse sentido, ela também envolve os graus de formalidade: formal e informal. Portanto, o uso do vocabulário, assim como a estrutura dependem do contexto, status do falante e seu grau de relacionamento com seu interlocutor. That's all friends!

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Competências Comunicativas: Linguística

De acordo com Tricia Hedge, em seu livro Teaching and Learning in the Language Classroom - publicado pela editora Oxford, há quatro competências comunicativas: a linguística, a pragmática, a discursiva e a estratégica. Vamos abordar aqui a Competência Linguística, também conhecida como gramatical. Ela está relacionada com o próprio conhecimento da língua, sua forma e seu significado. Nesse sentido, a competência linguística envolve o conhecimento da escrita, da pronúncia, do vocabulário, da morfologia, da estrutura gramatical, da estrutura da frase e da semântica. Por exemplo, quando o estudante de inglês está fazendo uso da língua com acuidade, pode-se dizer que o mesmo está adquirindo competência linguística. Finalmente, alega-se que abordagem comunicativa não se preocupa com a correção no uso de regras. Porém, ao aprender as regras, o aluno arrisca-se e o erro faz parte do processo de aquisição da competência comunicativa.

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Leitura em Língua Inglesa: Top-down, buttom up e o modelo interativo

Há muito pra dizer sobre leitura em língua estrangeira. Mas aqui vamos deter-nos em três conceitos que nos dizem muito sobre o processo de leitura. São eles o top-down process (modelo de cima para baixo) e bottom-up process (modelo debaixo para cima) e o modelo interativo. No primeiro, o leitor usa o seu conhecimento prévio da língua para compreender a passagem lida. Nesse modelo, o leitor faz ainda previsão sobre o assunto do texto a partir da leitura de títulos e subtítulos. Há uma interação de sua experiência e o tópico abordado. Já no segundo modelo de leitura, o leitor detêm-se na leitura de palavras e frases, ou seja, na organização do texto, sem levar em consideração seu conhecimento de mundo. Dessa forma, o modelo bottom-up depende do conhecimento de vocabulário e da sintaxe da frase. O terceiro modelo, o interativo, une estratégias presentes no dois primeiro processos.

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A Fonologia da Língua Inglesa

Antes de tudo, cabe aqui estabelecer a diferença entre Fonética e Fonologia. A primeira refere-se ao ramo da Linguística que estuda a natureza física da produção e da percepção dos sons da fala humana.  Ao passo que a segunda, vem do Grego phonos = voz/som e logos = palavra/estudo, e é o ramo da Linguística que estuda o sistema sonoro de um idioma, do ponto de vista de sua função no sistema de comunicação linguística. Nesse sentido existe a fonologia do Português, do Espanhol, do Inglês, etc. Dessa forma, quando estudamos a fonologia da língua inglesa, estudamos os fonemas (consoantes, as vogais, etc.), os pontos de articulação, a tonicidade, o ritmo e a entonação. Vale ressaltar que devido ao rápido crescimento do inglês como língua internacional, a ênfase no sotaque tornou-se irrelevante. Hoje, a ênfase é dada na comunicação, ou seja, é necessário desenvolver uma pronúncia clara e compreensiva.

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Por que o Inglês Tornou-se um Idioma Mundial?

De acordo com David Crystal, famoso linguísta irlandês, em seu livro The Language Revolution (A Revolução da Linguagem), publicado no Brasil pela editora Jorge Zahar, a língua inglesa não tornou-se mundial pela pronúncia, pela gramática, pela ortografia e nem muito menos pela morfologia. Para ele a única característica que compensa as dificuldades pela escolha do inglês é a sintaxe. Segundo Crystal, o que faz uma língua ser mundial é o poder das pessoas que a falam. Dessa forma, ele destaca quatro poderes que influenciaram o crescimento da língua inglesa: o poder político (colonialismo britânico), o poder tecnológico (revolução industrial), o poder econômico (do Reino Unido e mais tarde dos Estados Unidos) e o poder cultural (presente nas mais variadas áreas). Finalmente, o autor lista dez domínios nos quais o inglês destacou-se: política, economia, imprensa, propaganda, radiodifusão, cinema, música popular, viagens internacionais e segurança, educação e comunicações. That's all for today, Folks!


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A Importância da Língua Inglesa no Mercado de Trabalho


O interesse pelo Brasil aumenta a cada ano. Há países como a Nova Zelândia, o Canadá e a Noruega que têm preferência por profissionais do nosso país nas várias do conhecimento. O problema é que aqui o grau de proficiência em inglês é muito baixo. Segundo dados do British Council, somente 5% dos brasileiros falam inglês.  Pensando nisto, é cada vez maior o número de instituições que incentivam seus colaboradores a fazerem cursos de inglês.  Elas podem patrocinar o curso integralmente ou fazer parcerias que viabilizam o curso, através de descontos. Essas aulas podem ser individuais, para pequenos grupos e podem ser ministradas em escolas de idiomas ou in company, isto é, dentro da própria empresa. Há muitas vantagens para a organização que tem seu capital humano qualificado num idioma universal como o inglês, considerando que muitas multinacionais certificam seu staff no idioma da matriz para que o mesmo esteja alinhado com a missão, a visão e os valores da empresa.

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Cultura: Thanksgiving

Acredito que a BLACK FRIDAY é mais conhecida no Brasil do que o Thanksgiving. Talvez seja por causa do forte apelo consumista que ela tenha. Porém não podemos deixar de saber porque o Thanksgiving é tão importante para os americanos. Ele é celebrado na 4ª quinta-feira de novembro e é tão sagrado quanto o Natal. Como tudo isso começou? Em 1620, quando era quase inverno, um grupo de Peregrinos (Separatistas) vindos da Inglaterra e fugindo da perseguição religiosa, chegaram à Costa Leste da América do Norte, hoje conhecida como Estado de Massachusetts. A viagem, no navio Mayflower, durou 65 dias e foi muito difícil. Sem tempo de plantar, muitos morreram de frio e fome. Mas na primavera, nativos, da tribo Wampanoag, os ajudaram a cultivar milho, a caçar e a pescar. Um ano depois, os Peregrinos fizeram uma abençoada colheita, mas precisamente no mês de novembro. Para agradecer a Deus por tudo, eles deram um grande jantar e convidaram os nativos para celebrar junto com eles. Este foi o primeiro Thanksgiving. Hoje as famílias americanas se reúnem para celebrar essa data tão especial. See you!


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Datas Comemorativas no Brasil e nos EUA: semelhanças e diferenças

Muitos podem pensar que todas as datas comemorativas coincidem no Brasil e nos E.U.A. Então vamos esclarecer! Primeiro há datas culturais que são comemoradas apenas lá como o Martin Luther King Jr.’s Day, 21 de Janeiro.  Aqui comemoramos o Dia das Crianças, 12 de outubro enquanto que lá não nada referente a esse evento.  Há datas históricas diferentes, como o Dia da Independência (Independence Day), comemorado lá no dia 4 de julho e aqui no dia 7 de setembro. Há dias em que costumamos dar presentes que coincidem lá e aqui, como o Natal (Christmas), 25 de dezembro. Porém Dia dos Namorados (St. Valentine’s Day), lá é no dia 14 de fevereiro; Dia das Mães (Mother’s Day) lá é no dia 18 de março e Dia dos Pais, (Father’s Day) que lá é celebrado no dia 17 de junho. É isso aí pessoal, espero que tenham gostado!

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