Com o advento da Revolução Industrial surgiu a necessidade das nações se comunicarem. Porém o Método de Tradução Gramatical não dava conta dessa tarefa. Vários métodos com ênfase na comunicação direta surgiram naquele período, esses métodos deram origem ao Método Direto (MD). O MD leva esse nome porque o significado era dado na língua alvo. Nesse método o professor usava intensamente a língua estrangeira na sala de aula. Então o aluno passa a ser mais ativo, pois agora ele passa a interagir com o professor no idioma estudado. Este por sua vez faz uso de gestos, figuras e mímicas para transmitir a mensagem sem o uso da tradução. Logo o aluno é levado a pensar na língua estrangeira. Os exercícios na aula do MD consistiam em: diálogos situacionais, pequenos textos para leitura em voz alta e exercícios escritos; o ensino da gramática era indutivo (a regra é construída a partir da observação de exemplos). A partir do MD nota-se o uso das quatro habilidades (audição, fala, leitura e escrita) no ensino de línguas. That's all folks! See you soon!
Cleber Reis - Castanhal - Pa
Ensino de Línguas: Método de Tradução Gramatical
O mais tradicional de todos os
métodos no ensino de idiomas, o grammar-translation
method foi amplamente difundido na Europa, principalmente entre 1840 e 1940.
Nesse método o professor fornecia ao aluno um conjunto de regras gramaticais,
assim como listas de vocabulário na língua alvo, seguido de sua respectiva
tradução. O aluno deveria memorizar essas regras e essas listas. Outro
exercício consistia em traduzir um conjunto de frases ou textos do idioma
nativo para o idioma a ser aprendido. Outras características desse método: as instruções eram dadas exclusivamente na
língua materna; ensino dedutivo da gramática; pouca prática da leitura e da
escrita e nenhum exercício de compreensão oral (audição) ou produção oral
(fala). Nos próximos posts abordaremos mais sobre os métodos e abordagens no ensino de idiomas. É isso aí pessoal! See you!
Cleber Reis – Castanhal - Pa
Blends Lexicais: um fenômeno comum no português e no inglês
É um fenômeno de formação de
palavras, também conhecido como mesclagem ou cruzamento vocabular que utiliza
duas bases para formar uma nova palavra, cujo significado difere das palavras
utilizadas. Por se tratar de um processo marginal, não há registro na gramática
normativa da língua portuguesa, ou seja, é fruto da linguagem coloquial.
Exemplo de blends lexicais em
português: sacolé (saco + picolé); matel (mato + motel); pãe (pai + mãe). Na
língua inglesa também há ocorrência de blends
lexicais. Por exemplo: brunch (breakfast + lunch); motel (motor + hotel);
spanglish (Spanish + English) – nome dado ao dialeto usado informalmente nos
Estados Unidos por imigrantes de países cuja língua nativa é o Espanhol. Tal fenômeno prova que o mesmo processo de formação lexical
pode ocorrer em idiomas diferentes.
Cleber Reis - Castanhal - PA
Curso de inglês online ou presencial?
O curso online de idiomas dá resultado quando o aluno é
organizado. O grande apelo dessa modalidade de ensino é que ele pode estudar em
qualquer lugar e em qualquer hora. Sem essa organização e disciplina, o aluno
não vai atingir o objetivo esperado, isto é, atingir o domínio da língua
estudada. Na escola regular existe um horário determinado, com professor à disposição, um ambiente sem interrupções e toda uma equipe de apoio que
contribui para a aprendizado eficaz do aluno.
Cleber Reis - Castanhal - Pa
Fast Food English: É possível aprender inglês em pouco tempo?
Essa pergunta me persegue. São muitas as pessoas que procuram
aprender inglês em cima da hora, seja por causa de uma oportunidade de emprego, viagem ou qualquer outro motivo. Acontece que estamos vivendo na geração fast food, ou seja, tudo tem de ser feito no menor espaço de tempo,
mas nem sempre o resultado é bom. Isso vale para quem quer aprender um segundo idioma.
O Quadro Europeu Comum de Referências de Línguas, documento elaborado por experts no assunto, estabelece o tempo necessário para o aprendizado de
uma língua estrangeira. De acordo com o quadro, após 200 horas de estudo o
estudante domina o básico, ou seja, ele é capaz de ler textos curtos e se
comunicar com certas limitações. Ele passa a ser um usuário independente, isto
é, pode falar sobre assuntos mais específicos a partir de 400 horas/aula. Para chegar a falar em público com confiança e desembaraço,
ele precisa estudar 800 horas. Então tome cuidado com propostas milagrosas que
oferecem uma carga horária fora desse contexto. Resumindo não existe mágica!
Cleber Reis - Castanhal - Pa





