O self-made man e o individualismo made in USA

O individualismo é um traço marcante na cultura americana. Daí se explica o fato do americano ir e voltar do trabalho no seu carro em vez de combinar um car pool (grupo de pessoas que vai e volta do trabalho no mesmo carro) com seus vizinhos, ou utilizar o transporte público. Mas apesar desse individualismo exacerbado é comum o americano fazer parte de um grupo ou uma associação, como as famosas PTAs (Parent-Teacher Associations). Outra característica do isolamento americano pode ser visto na ocupação de terras agrícolas, onde as casas ficam bem distantes das casas dos vizinhos, assim como nas cidades as casas possuem o jardim na frente e cercas que separam sua casa do vizinho ao lado. Vale ressaltar que apesar dos altos preços das hipotecas, as casas ainda fazem parte do American Dream (Sonho Americano). Os americanos admiram os indivíduos que sozinhos conseguem melhorar de vida, isso pra eles é uma virtude. Esse individualismo americano começa na infância, quando as crianças são encorajadas a fazer escolhas e desenvolver a competitividade. Elas são ensinadas que quando caem devem levantar sozinhas, além é claro de questionar sempre, ou seja, ter uma visão crítica das coisas. That’s all folks! See you soon!

Cleber Reis - Castanhal - Pa

Affirmative Actions: O que eu preciso saber?



As Ações Afirmativas podem ser abordadas na prova do ENEM. O Assunto faz parte do eixo temático que trata das questões sociais, principalmente no que tange as minorias: mulheres, negros, crianças e adolescentes, idosos, entre outros. Mas afinal o que são Ações Afirmativas? As ações afirmativas surgiram durante movimento europeu cooperativista nos primórdios da sociedade capitalista e tinha como objetivo a mudança nas relações entre patrões e empregados. Porém foi nos Estados Unidos que essas ações ganharam força, pois tratavam-se de ações positivas de combate a desigualdade. No Brasil as primeiras ações que podem ser caracterizadas como afirmativas foram o incentivo à vinda de europeus, através da doação de terra. Depois a reserva de vagas em instituições de ensino médio agrícola e de escolas superiores de Agricultura e Veterinária, mantidas pelo governo federal, a agricultores ou filhos destes. Finalmente, podemos definir Ações Afirmativas como aquelas que são executadas ou não pelo estado de forma espontânea ou obrigatória, que podem ser temporárias ou não, e que tem como objetivo principal diminuir ou extinguir as desigualdades acumuladas ao longo da história, para garantir a igualdade de tratamento e de oportunidades, assim como, de compensar perdas causadas pela discriminação e exclusão, fruto de questões raciais, étnicas, religiosas, de gênero, etc. Embora práticas, tais medidas, são consideradas por muitos como ações paliativas que não atacam a causa do problema.  See you soon!

P.S.: Para saber mais leia o artigo de SOUZA, Arivaldo Santos de. Ações afirmativas: origens, conceito, objetivos e modalidades. Jus Navigandi, Teresina, ano 12, n. 1321, 12 fev. 2007. Disponível em: <http://jus.com.br/artigos/9487>

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Ensino de Línguas: Abordagem Comunicativa



Há outras abordagens no ensino de idiomas, como a Abordagem Natural de Krashen, mas a Abordagem Comunicativa (AC) foi e continua sendo aquela que mais se destacou no ensino de idiomas. Ela é fruto da tentativa de resolver todos os problemas que as outras não conseguiram no que se refere ao ensino de idiomas. Ela surge no início da década de 1980 e está baseada nos estudos de Widdowson, Wilkins e Hymes. Uma mulher que se destacou no estudo dessa abordagem foi Sandra Savignon, para ela comunicação é expressão, interpretação e negociação de significado. O foco da AC está no uso da linguagem de maneira apropriada, pois ela prioriza a comunicação em detrimento da estrutura gramatical. A partir daí surge o conceito de competência comunicativa. Até então falava-se apenas das quatro habilidades (audição, fala, leitura e escrita), agora é importante mencionar também as competências: discursiva, sociolinguística, estratégica e gramatical. Todas essas descobertas em torno da AC levaram a necessidade do uso de material autêntico no ensino de idiomas, simulando situações reais de uso da língua. A AC permite maior interação entre professor e aluno, dessa forma o aluno passa a ter mais autonomia no seu aprendizado. Dentre várias atividades, usa-se muito os roleplays (atividades de encenação de situações reais). Enfim, a Abordagem Comunicativa é considerada a melhor abordagem no ensino de língua estrangeira da atualidade. See you next week!

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Ensino de línguas: Método Audiolingual



Um dos métodos mais famosos do mundo, o Método Audiolingual surgiu na Segunda Guerra Mundial devido à necessidade dos soldados americanos aprenderem a língua de seus aliados e de seus inimigos. Esse método tem foco na oralidade e foi altamente influenciado pelo behaviorismo de Skinner, pois dava ênfase a repetição, ao reforço e a memorização, sendo que professor era o modelo a ser seguido. O professor fornecia ao aluno uma grande quantidade de atividades orais com foco na conversação e na pronúncia atravél de drills (exercícios de repetição oral de frases ou pequenos diálogos geralmente previamente memorizados pelos alunos).  O aluno por sua vez não desenvolvia muito a escrita, uma vez que deveria desenvolver a oralidade; também devia formar um conjunto de hábitos; aprendia a língua e não sobre a língua, ou seja, apesar de aprender estruturas gramaticais, pouco sabia da gramática; devia imitar os falantes nativos; perceber que as línguas são diferentes. Apesar de muito antigo, muitas escolas de idiomas atuais ainda utilizam esse Método Audiolingual. Embora existam outros métodos, selecionei para vocês aqueles que considero mais importantes na história do ensino de línguas. Em breve vamos tratar da Abordagem Comunicativa. Bye-bye!

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Ensino de Línguas: Método Direto

Com o advento da Revolução Industrial surgiu a necessidade das nações se comunicarem. Porém o Método de Tradução Gramatical não dava conta dessa tarefa. Vários métodos com ênfase na comunicação direta surgiram naquele período, esses métodos deram origem ao Método Direto (MD). O MD leva esse nome porque o significado era dado na língua alvo. Nesse método o professor usava intensamente a língua estrangeira na sala de aula. Então o aluno passa a ser mais ativo, pois agora ele passa a interagir com o professor no idioma estudado. Este por sua vez faz uso de gestos, figuras e mímicas para transmitir a mensagem sem o uso da tradução. Logo o aluno é levado a pensar na língua estrangeira. Os exercícios na aula do MD consistiam em: diálogos situacionais, pequenos textos para leitura em voz alta e exercícios escritos; o ensino da gramática era indutivo (a regra é construída a partir da observação de exemplos). A partir do MD nota-se o uso das quatro habilidades (audição, fala, leitura e escrita) no ensino de línguas. That's all folks! See you soon!

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