Muitas palavras que compõem o léxico da língua inglesa são de origem grega ou latina, 20 a 30% para ser mais preciso. Essas palavras são cognatas, logo elas podem ser iguais (transparentes), muito parecidas ou parecidas com palavras do Português. Esses vocábulos são mais comuns em textos formais. Porém há um número considerável de falsos cognatos (false friends), isto é, parecem com palavras da língua portuguesa, mas possuem um significado completamente diferente. Eis aqui alguns exemplos:
actually (adv.) > significa na verdade, e não atualmente
commodity (s.) > significa mercadoria, e não comodidade
costume (s.) > significa fantasia, e não costume
educated (adj.) > significa instruído, e não educado
library (s.) > significa biblioteca, e não livraria
parents (s.) >significa pais, e não parentes
pretend (v.) >significa fingir, e não pretender
policy (s.) >significa política, e não polícia
push (v.) >significa empurrar, e não puxar
Cleber Reis - Castanhal - Pa
Workaholic, shopaholic, chocaholic. De donde vem isso afinal?
De acordo com o dicionário
online Merriam-Webster, workaholic é uma
gíria em inglês que significa alguém que escolhe trabalhar muito; que está
sempre trabalhando ou pensando no trabalho. A palavra faz analogia à palavra alcoholic (alcoólico; alcoólatra) e
gerou o sufixo -aholic, presente nas
palavras shopaholic (viciado em
compras), chocaholic (viciado em
chocolate), etc. Recentemente, uma marca famosa de sandálias usou em sua
campanha publicitária a palavra lifeaholic,
isto é, um neologismo para designar uma pessoa viciada na vida, não no sentido
pejorativo da palavra, mas sim, um apaixonado pela vida. Bem com esse post, eu me despeço de 2015. A
big hug for you all!
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Competências Comunicativas: Estratégica
Em seu livro, Teaching and Learning in the Language Classroom, publicado pela Oxford, Tricia Hedge cita
Canale e Swain (1980:25) para definir a Competência
Estratégica como aquela que mostra como lidar como uma situação
comunicativa e como manter o canal comunicativo aberto. Para ela, essa competência consiste em usar as
estratégias comunicativas. Essas são ativadas pelo usuário da língua quando ele
não consegue expressar o que deseja na língua em questão, ou seja, é uma
maneira dele compensar sua falta de conhecimento do idioma. Na fala, o uso de repetição e do gesto são
exemplos de estratégias que o falante usa. Na compreensão auditiva, ele pode
prestar atenção no contexto e no barulho de fundo. Já na compreensão escrita, há
muitas, mas vou citar apenas algumas: a previsão, os cognatos, skimming, scanning, a tipografia, as palavras
chaves e a inferência contextual.
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Competências Comunicativas: Discursiva
Tricia Hedge, em Teaching
and Learning in the Language Classroom, afirma que a Competência Discursiva é aquela em que o usuário da língua
faz uso de várias habilidades necessárias para que haja coerência nos textos
escritos ou falados, assim como o entendimento dos mesmos. Dessa forma, essa
competência está relacionada com a habilidade de dar sentido ao que é dito e
escrito, além da resposta que é dada de forma coerente. Assim, a coerência
ocorre através do uso apropriado de pronomes e marcadores discursivos. Nesse sentido, os pronomes
pessoais podem ser usados para evitar a repetição do sujeito ou objeto na
frase. Ao passo que os conectivos são usados para ligar orações e ideias,
mostrando a relação entre elas. Esses elementos de ligação geralmente são
conjunções que ajudam na coesão textual e podem transmitir a ideia de: adição, contraste, tempo, sequência
cronológica, condição, exemplificação, comparação, propósito,
causa/consequência, conclusão e ênfase.
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Competências Comunicativas: Pragmática
Segundo Tricia Hedge, em seu livro Teaching and Learning in the
Language Classroom -
publicado pela editora Oxford - a Competência
Pragmática, também conhecida como Sociolinguística,
envolve duas habilidades. Em parte significa saber como usar a língua a fim de
atingir certos objetivos e intenções comunicativas. Exemplo: “It’s so hot
today”. Pode ser apenas uma frase sobre o clima, um pedido para abrir a janela
ou insinuar uma oferta para um drink. Essa competência dá ênfase ao contexto de
uso (functional approach) ao invés de dar ênfase à estrutura da frase
(structural approach). Outro elemento dessa competência é saber como executar
uma dada função ou expressar uma intenção de forma clara. Contudo, é importante
que a mensagem seja apropriada ao contexto social. Nesse sentido, ela também
envolve os graus de formalidade: formal e informal. Portanto, o uso do
vocabulário, assim como a estrutura dependem do contexto, status do falante e
seu grau de relacionamento com seu interlocutor. That's all friends!
Cleber Reis – Castanhal-Pa





